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| Patsey (Lupita Nyong'o) , Epps (Michael Fassbender) e Solomun (Chiwetel Ejiofor) |
Prazer, moleskine!
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
12 Anos de Escravidão (12 Years a Slave)
Clube de Compras Dallas (Dallas Buyers Club)
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| Os 30 dias mais longos de Dallas |
Para piorar o diagnóstico, amigos e colegas de trabalho passam a evitar Ron, já que naquela época, nos anos 80, a maioria dos portadores de HIV era homossexuais e, assim como seu circulo de amizade, o protagonista também era preconceituoso.
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| Jared Leto como "Rayon" e Jennifer Garner como "Eve Saks" |
Caroline Garcia
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Tudo pelo poder (The Ides of March)

"Tudo pelo poder" é um filme sobre estratégia. Em seu quarto longa como diretor, George Clooney amarrou cada pedaço do enredo para prender a atenção do espectador durante todo o tempo.
A história aborda os bastidores de uma campanha política presidencial. Clooney interpreta o governador Mike Morris, candidato à nomeação democrata para a presidência. Ao lado dele temos Stephen Meyers (Ryan Gosling/ Amor a toda Prova), chefe de campanha do candidato, que tem que lidar com as estratégias para a nomeação de Morris. Stephen é um profissional que acredita no seu trabalho, na política e no seu candidato, tanto que o ponto máximo do filme é quando Meyers deixa de acreditar em todas essas coisas e usa as chaves do que
tem e descobriu para mudar a trama e pensar em si mesmo.
“Tudo pelo poder" não foge do que vemos em épocas de eleições. Há a jornalista política de um grande jornal, o cara que tem interesse em um cargo alto do Governo, discussões sobre aborto, pena de morte, religião, entre outras coisas. O filme e a trilha levam um tom de "Thriller e suspense", fazendo você ficar ligado na tela e identificar uma série de questões políticas das nossas eleições durante as cenas. Mas não se engane a obra é ficcional e qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência, certo? Talvez não.

O filme é baseado na peça teatral Farragut North (2008) de Beau Willimon, que foi inspirada na experiência que Willimon teve como colaborador da campanha presidencial de 2004 de Howard Dean, candidato favorito do partido democrata e contra o governo Bush e a guerra no Iraque. O político foi governador de Vermont por seis mandatos e perdeu a nomeação democrata para o senador John Kerry de Massachussets. Após isso, ele foi eleito presidente do Comitê Nacional Democrata e criou a "Estratégia de Estado 50", no qual os democratas competiam em estados conservadores. Em 2006, os democratas conseguiram lugares no Senado de estados republicanos e a estratégia foi usada por Barack Obama, em sua campanha pela presidência dos Estados Unidos.
E apesar do filme não ser sobre Obama, os diálogos de Mike se assemelham bastante aos discursos do atual presidente durante a campanha "Yes, we can", fora que o cartaz de Mike é muito semelhante ao de Obama. E unindo política e estratégia durante 101 minutos, eu fiquei me perguntando se por algum acaso a decepção de Stephen Meyers, ou até mesmo o próprio personagem, representa o desapontamento dos norte-americanos com o governo Obama. Fica claro na última cena que Stephen não só se decepcionou com o candidato que estava defendendo, mas com a política em si.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
50/50

Na história, Adam (Joseph Gordon-Levitt) tem 27 anos e descob
re que tem um tipo raro de câncer na espinha com 50% de taxa de cura. A partir disso, ele passa pelo processo de quimioterapia com a companhia do melhor amigo, Kyle (Seth Rogen) e da terapeuta Katherine (Anna Kendrik) que com pouca experiência na profissão e algumas dificuldades o faz entender não só os aspectos de ser uma pessoa com câncer, mas as coisas da própria vida e da relação com a mãe. No começo ele duvida de Katherine como profissional e depois ela passa a ser a única pessoa que ele tem para desabafar, tornando as cenas dos dois bastante encantadoras.Em alguns momentos do filme dá até para achar as atitudes de Kyle infantis. Elas são meio absurdas, mesmo ele trazendo bastante situações cômicas para a história e amenizando o processo daquilo tudo para Adam. Sem querer, Kyle faz o que Adam queria no começo de tudo: anestesia e acalma a situação, como se o câncer nem estivesse ali, até o momento em que ele percebe que pode morrer e as atitudes do amigo realmente deixam de fazer qualquer sentido.
Mas, no final das contas dá para perceber o quanto Kyle se importa com Adam.Gordon-Levitt deixou o personagem leve e ao mesmo tempo profundo, com o seu jeito de seguir em frente com as coisas que não consegue entender, com o tratamento contra o câncer e aceitando biscoitos de maconha no hospital durante a primeira sessão.
No começo, você pode até achar que é mais um filme sobre superação. Mas, depois você entende que ás vezes as coisas aparecem sem termos planejamento nenhum para lidar com elas. E aí, você tem que ir vivendo do melhor jeito possível até elas se resolverem, mesmo pisando no escuro sem entender o por quê e sem saber o que vai acontecer.
Com direção de Jonathan Levine, o filme recebeu duas indicações ao Globo de Ouro 2012 na categoria de Melhor filme e Melhor Ator para Gordon-Levitt. A trilha sonora passa por "High and Dry" do Radiohead, Bee Gees e termina com "Yellow Ledbetter" do Pearl Jam durante um final bonito entre Adam, Kyle e Katherine. Ator que sabe atuar no silêncio é o que há.




